The Last Transmission

There comes a time when there’s no point in keeping something around, and the time for this blog has come and gone a long time ago. Like an abandoned airfield, nothing has landed here for quite some time. With my new digital home in the works, it’s time to make a final transmission here and close shop (or at least not worry about it any more).

Every post has been migrated to a dedicated area at Tiagonline under Blog -> Dexter’s Void.

Thank you all and see you on the other side!

 

Dexter’s Void signing off.

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Book Improvements

Warning: This post might contain shocking stuff, specially if you’re a book lover. You’ve been warned 😛

We all been there. You get a really awful book and you don’t know what to do with it. You don’t want to throw it away because, well… it’s a book, but you don’t want to give it away either because you don’t want to give bad things to good people or you think that the libraries already have one, they don’t need a breeding pair. So you end up with a useless thing occupying a perfect spot that could be used with another book or something else. Besides, it becomes one more thing to gather dust and you end up having to clean that awful thing.

So, what if we could improve that book? Gladly my friend P. had one book that she didn’t like at all and I was in need of a gift wrapper, so the best of both combined.

Target book

So, this was the target. From what she told me, it was a good waste of perfectly nice trees so… perfect!

Book Side

I started by gluing it’s sides and some pages at the end, to give it some structural support. It got a bit wobbly because of the glue, I used paper glue but it was too liquid.

Then, after it dried up, and using a very sharp knife I gutted the interior of the book, leaving about 10 or so pages at the beginning. Leaving the first chapter on would have been a great idea.

Beginning

Then, using two sheets of felt, of different colours, I lined the interior that had been gutted away.  I used the same glue that I used on the sides of the book.

Book with felt

And there it was, a very nice gift wrapper and quite original I think. Later on it became a stealth safe in a bookshelf.

Stealth safe in the bookshelf

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It was quite the mess at the end of this! But since we’re all environment friendly here, all of it went to for recycling. Hopefully to be something better like toilet paper.

Not so expensive way to increase productivity

Dual Screen Setup

My desk

A couple years back I managed to get two identical monitors. At 130€ a piece it wasn’t so cheap to get, but now I think it was the best buy in ages.

Since then, my productivity increased 10-fold. That, allied with Windows 7 and Compiz ease of putting windows side by side, gave me the ability to put 4 windows side-by-side allowing me to see all the information that I needed to do my work.

Unfortunately, the main downside is that it takes quite some space from my desk. 2 20 inch screens are quite big! However given that my computer is my main working tool, it’s well worth it! 🙂

Retro Look – The clock (Part I)

Home Made Retro Clock

Retro Clock, without cover

Today’s post is about reusing old parts from broken or otherwise useless things (and it’s my first post in english… lets see how it goes).

I had this electromecanic clock (also known as flip clock) lying around for quite a long time… Never knew what to do with it, but I didn’t want to trow it out as it was still in quite good condition.

Had ‘thousands’ of ideas of what to do with it, but none was good enough. But one day it finally came: Why not add a piece of wood underneath to make it look retro?

Asked a friend of mine (whose father is a carpenter) if he could give me some wood leftovers, and so he kindly did.

After rounding the corners, securing the clock with dual-sided tape (the design isn’t final) and adding a power-cord it was a hit! For me at least.

Plugged into the grid and until now it’s still giving me the correct time!

So… If you have a lot of useless or somewhat broken gadgets around and you’re dead wishing to throw them out thing that you could create something out of it before destroying it and filling the landfills.

Cheers!

BOINC

Faz uma bola saltitona. É também a sigla de um projecto de computação distribuida – Berkeley Open Infrastructure for Network Computing.

Quem já não pensou que gostaria de contribuir para um mundo melhor? Mas pode ser complicado… Muitas vezes se pensa que 1€ é uma quantia insignificante, e provavelmente é, e como tal em nada vai ajudar o mundo…

Mas então, porque não doar processamento? Há bastantes projectos que precisam de bastante processamento para resolver problemas complexos, como análise de sinais de rádio ou estudo de comportamento de proteínas, para o qual nós podemos de maneira simples contribuir.

E com a nossa contribuição não só ajudamos quem quer tornar o mundo um sitio melhor, como também rentabilizamos o nosso computador pois… quantas vezes está ele ligado sem fazer nada? 😛

Um computador, uma consola, ou mesmo um telemóvel podem ajudar! Investiguem e participem!

P.S.: Por cada ‘trabalho’ concluído ganhamos créditos, o que não tem qualquer valor monetário, mas dá-nos a sensação de estarmos numa competição 😛

Pé de Litio

Tudo começou quando vi um episódio de Top Gear.

Disseram meio no gozo, meio a sério, que a melhor técnica para poupar combustível era não travar. Basicamente quando se trava, toda a energia cinética do carro é convertida em calor nos travões e, portanto, desperdiçada.

A ideia é então simplesmente tirar o pé do acelerador, sem colocar na embraiagem, quando se prevê que o trânsito vai abrandar/parar pois, nos carros mais recentes, o fornecimento de combustível é cortado, até ser realmente necessário. A energia cinética é agora usada para manter o carro em andamento e o motor a rodar, não sendo por isso desperdiçada.

Decidi experimentar a dita cuja técnica e comecei a notar que o computador de bordo reportava consumos mais constantes de 7.0L/100, ao invés de oscilar entre 7.0 e 7.2.Decidi então alargar a experiencia para a condução em si. Se conseguisse estar a maior parte do tempo sem o pé no acelerador, certamente que o consumo desceria ainda mais.

E assim foi.

Algum tempo depois de começar a experiencia, o computador registou pela primeira vez em muito tempo, um consumo médio de 6.8L/100
Consumo de 6.8L/100
Portanto com uma condução mais leve (mas não necessariamente mais lenta) consegui poupar quase meio litro de combustível por cada 100KMs, tornando-me mais amigo do ambiente e poupando quase 80centimos de cada vez, o que já me permite beber 4 cafés no NEEC 😛

Fica aqui a minha lista de coisas a fazer:

1- Conhecer o carro. É importante ter uma noção de como é que ele responde, e quão rapidamente.

2- Ter noção das distâncias e saber relacionar com a velocidade a que se vai.

3- Achar uma boa rotação para mudar de mudança. Regra geral nos carros a gasolina é a 3kRPM e a diesel cerca de 2.5k, se bem que varia de carro para carro (motor, caixa de velocidades, idadeÂ… ). Nessa rotação o motor produz força suficiente para acelerar decentemente o carro (não fica aos solavancos nem se ‘engasga’) no entanto não é alta de mais para consumir demasiado combustível. Hint: Quando fazem uma redução, podem sempre ver a rotação a que o motor começa assim que engatam a mudança mais baixa.

4- Assim que chegarem à velocidade pretendida, metam na mudança seguinte (se a tiverem…). Aqui começa a poupança… Ao meterem uma mudança mais alta, o motor vai rodar numa zona que vos permite quase tirar o pé do acelerador, ou tê-lo lá muito ao de leve.

5- Tavar o mais tarde possível, com a devida segurança, e carregar na embraiagem ainda mais tarde. Sempre que possam, optem por reduzir em vez de travar, usando o mínimo de embraiagem. O mesmo se aplica em descidas, onde travar com o motor é mais seguro como também mais económico.

6- Não andem mais devagar para poupar combustível, mas sempre dentro dos limites! Não é linear a relação consumo-velocidade. Além de que fazem outros condutores gastar mais ;P

Boas conduções e conduzam com segurança!

EMEL – Os ‘Justiceiros’ do estacionamento

Eles andam pela cidade, de arma de multas em punho, a punir os malfeitores do estacionamento.

Quantos de nós já não os viram nos parques de estacionamento públicos, com aquele brilho nos olhos, a por uma fita amarela num carro ou a por uma senha de multa no vidro.

Seria então de esperar que estes correctores de injustiças, cavaleiros incansáveis nomeados para a caça da praga dos que se recusam a pagar 0.25€ para estar 15 min estacionados, soubesse parar ou estacionar o seu cavalo! (Mula de carga na verdade…)

EMEL parada quase em contra-mão nas traseiras do IST

A Mula da EMEL

Mas pelos vistos não…

Não só quase enfiavam a mula pelo sentido contrário, como também está a tapar a visibilidade, a perturbar o trânsito, e a por em risco a população!

Sim, porque era nas traseiras da mula que os cavaleiros perdoavam os malfeitores (após o pagamento da multa), traseira essa que dava para o meio da estrada. Dado que o número de malfeitores era particularmente grande, este tornava-se um perigo para o resto dos automobilistas inocentes que se tinham que desviar, sob pena de levar algum malfeitor à frente.

E não só os cavaleiros não sabem parar a sua mula como deve de ser, como também gostam do passado! Uma malfeitora estava a a gladiar-se com um cavaleiro pois este insistia que ela estava estacionada onde antigamente era uma passadeira (que agora está uns metros mais atrás) e como tal, deveria ser sancionada…

Com estas histórias ou outras que mais pergunto: Serão estes cavaleiros dignos do seu título e confiança?